terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Mensagem do Papa Francisco

Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais


“Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro”


Queridos irmãos e irmãs,


Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.

Neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a ser mais unidos. Os muros que nos dividem só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus.

No entanto, existem aspectos problemáticos: a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correcta de si mesmo. A variedade das opiniões expressas pode ser sentida como riqueza, mas é possível também fechar-se numa esfera de informações que correspondem apenas às nossas expectativas e às nossas ideias, ou mesmo a determinados interesses políticos e económicos. O ambiente de comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, pelo contrário, desorientar-nos. O desejo de conexão digital pode acabar por nos isolar do nosso próximo, de quem está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído.

Estes limites são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica. Portanto haverá alguma coisa, no ambiente digital, que nos ajuda a crescer em humanidade e na compreensão recíproca? Devemos, por exemplo, recuperar um certo sentido de pausa e calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar. Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimónio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.

Então, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? Estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ). Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro. Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-me definir este poder da comunicação como «proximidade».

Quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não vêem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual. Hoje, corremos o risco de que alguns mass-media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real.

Não basta circular pelas «estradas» digitais, isto é, simplesmente estar conectados: é necessário que a conexão seja acompanhada pelo encontro verdadeiro. Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos. Precisamos de amar e ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas. A neutralidade dos mass-media é só aparente: só pode constituir um ponto de referimento quem comunica colocando-se a si mesmo em jogo. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais.

Tenho-o repetido já diversas vezes: entre uma Igreja acidentada que sai pela estrada e uma Igreja doente de auto-referencialidade, não hesito em preferir a primeira. E quando falo de estrada penso nas estradas do mundo onde as pessoas vivem: é lá que as podemos, efectiva e afectivamente, alcançar. Entre estas estradas estão também as digitais, congestionadas de humanidade, muitas vezes ferida: homens e mulheres que procuram uma salvação ou uma esperança. Também graças à rede, pode a mensagem cristã viajar «até aos confins do mundo» (Act 1, 8). Abrir as portas das igrejas significa também abri-las no ambiente digital, seja para que as pessoas entrem, independentemente da condição de vida em que se encontrem, seja para que o Evangelho possa cruzar o limiar do templo e sair ao encontro de todos. Somos chamados a testemunhar uma Igreja que seja casa de todos. Seremos nós capazes de comunicar o rosto duma Igreja assim? A comunicação concorre para dar forma à vocação missionária de toda a Igreja, e as redes sociais são, hoje, um dos lugares onde viver esta vocação de redescobrir a beleza da fé, a beleza do encontro com Cristo. Inclusive no contexto da comunicação, é precisa uma Igreja que consiga levar calor, inflamar o coração.

O testemunho cristão não se faz com o bombardeio de mensagens religiosas, mas com a vontade de se doar aos outros «através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana (Bento XVI, Mensagem para o XLVII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2013). Pensemos no episódio dos discípulos de Emaús. É preciso saber-se inserir no diálogo com os homens e mulheres de hoje, para compreender os seus anseios, dúvidas, esperanças, e oferecer-lhes o Evangelho, isto é, Jesus Cristo, Deus feito homem, que morreu e ressuscitou para nos libertar do pecado e da morte. O desafio requer profundidade, atenção à vida, sensibilidade espiritual. Dialogar significa estar convencido de que o outro tem algo de bom para dizer, dar espaço ao seu ponto de vista, às suas propostas. Dialogar não significa renunciar às próprias ideias e tradições, mas à pretensão de que sejam únicas e absolutas.

Possa servir-nos de guia o ícone do bom samaritano, que liga as feridas do homem espancado, deitando nelas azeite e vinho. A nossa comunicação seja azeite perfumado pela dor e vinho bom pela alegria. A nossa luminosidade não derive de truques ou efeitos especiais, mas de nos fazermos próximo, com amor, com ternura, de quem encontramos ferido pelo caminho. Não tenhais medo de vos fazerdes cidadãos do ambiente digital. É importante a atenção e a presença da Igreja no mundo da comunicação, para dialogar com o homem de hoje e levá-lo ao encontro com Cristo: uma Igreja companheira de estrada sabe pôr-se a caminho com todos. Neste contexto, a revolução nos meios de comunicação e de informação são um grande e apaixonante desafio que requer energias frescas e uma imaginação nova para transmitir aos outros a beleza de Deus.

Vaticano, 24 de Janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano 2014.


FRANCISCUS (PAPA FRANCISCO)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

FESTEJOS DE SÃO SEBASTIÃO - SÍTIO GAVIÃO - PADRE LINHARES - MASSAPÊ

09/01 A 19/01 

FESTEJOS DE SÃO SEBASTIÃO - SÍTIO GAVIÃO - PADRE LINHARES - MASSAPÊ



O Grupo do Terço dos Homens de Massapê, convida à todos para participar da última novena dos Festejos do Sítio Gavião, e estará levando 1 ônibus neste sábado dia 18, ás 18 horas ou 6 horas da tarde. Saindo da Igreja de São Francisco. De já agradecemos a todos que participarem, deste momento de fé e oração.

Passagem Bíblica


Bento XVI comemora aniversário de 90 anos do seu irmão no Vaticano

            O Papa emérito, Bento XVI, passou esta quarta-feira, 15, em companhia de seu irmão padre Georg Ratzinger, que completa, hoje, 90 anos de idade. A data foi comemorada no Mosteiro Mater Ecclesiae, ao lado de Joseph Ratzinger e do Prefeito da Casa Pontifícia, Georg Ganswein. Logo pela manhã, concelebraram uma Missa solene de ação de graças na capela do mosteiro. Após a Missa, foi realizado um café da manhã com felicitações cantadas, segundo a tradição da Bavária. Mais tarde, um almoço festivo.Às 17h15 (hora local, 14h15 em Brasília), foi realizado um concerto em homenagem ao aniversariante na Sala Assunta da Rádio Vaticano, localizada nas proximidades da residência do Papa emérito Bento XVI. Os quatro músicos responsáveis pela apresentação são amigos do padre Georg. São dois pianistas, 1 violinista e um tenor. Entre os convidados estiveram presentes leigos, religiosos e religiosas conhecidos do aniversariante e pessoas do ambiente vaticano, entre os quais o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e Bispo Emérito de Ratisbona, Dom Gerhard Muller. O irmão de Bento XVI está em Roma desde antes do Natal e resolveu prolongar sua visita para celebrar seu aniversário ao lado do Papa emérito. Após apresentar sua renúncia ao Pontificado, Bento XVI escolheu viver no Mosteiro Mater Ecclesiae, nas proximidades do Vaticano, onde mora desde maio de 2013.

Igrejas promovem semana de oração pela unidade dos cristãos

O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) lança um apelo a fim de que todas as 115 Igrejas que aderem à Conferência das Igrejas Europeias se unam à Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos que, como todos os anos, se realiza de 18 a 25 de janeiro.

Vale lembrar que esta Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos é celebrada pela Igreja no Brasil entre as solenidades da Ascensão do Senhor e Pentecostes, portanto, este ano, entre os dias 1º e 8 de junho.

Lançado num comunicado, o apelo do Conselho Mundial de Igrejas propõe, nesse sentido, uma declaração de seu secretário-geral Guy Liagre. "Rezar juntos pela unidade da Igreja é o modo mais forte que as nossas Igrejas-membro têm para mostrar seu espírito ecumênico. Eis o motivo porque as convidamos a participar da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos."

"Cristo não pode estar dividido!": essa afirmação, extraída da I Carta do apóstolo Paulo aos Coríntios (1, 13), foi escolhida este ano como tema de meditação e reflexão para a Semana de oração.

O texto de preparação para esta Semana – conjuntamente publicado pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pelo Conselho Ecumênico de Igrejas através da sua Comissão fé e constituição – foi redigido por um grupo de representantes de várias regiões do Canadá.

"Consideramos a afirmação categórica de Paulo 'Cristo não pode estar dividido!' um premente convite à oração e a um exame de consciência como cristãos individualmente considerados e em comunidade", diz o comunicado.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Papa aconselha seguir Jesus na humildade



“Permaneçam no Senhor”. O Papa desenvolveu sua homilia na missa celebrada na manhã desta terça-feira, 07, na Casa Santa Marta, a partir desta exortação do Apóstolo João, contida na Primeira Leitura.

“O cristão que quer permanecer no Senhor conhece bem o que se passa em seu coração, coloca os espíritos ‘à prova’, sabe discernir o que nos aproxima do que nos afasta do Senhor. Nosso coração tem sempre desejos, vontades e pensamentos”, acrescentou Francisco, fazendo uma ressalva:

“É necessária vigilância. Muitas vezes o nosso coração mais parece uma feira, onde se encontra de tudo… mas precisamos experimentar para ver o que é e o que não é do Senhor, para permanecer Nele”.

Qual seria o critério para entendermos o que é de Cristo ou do anticristo? Aquele que não reconhece Jesus não é de Deus: é o anticristo. Explicando este conceito, o Papa disse que é preciso reconhecer que Jesus, por ser Deus, se rebaixou e se humilhou até a morte de cruz:

“Este é o caminho de Jesus Cristo: o rebaixamento, a humildade, a humilhação, o serviço aos outros. A estrada da suficiência, da vaidade, do orgulho e do pensamento abstrato não é de Jesus”.

O Pontífice convidou todos a pensar no que acontece em nossos corações e se realmente sentimos o que queremos e desejamos:

“Escolho sempre coisas que provêm de Deus? Conheço o que vem de Deus, os verdadeiros critérios para discernir meus desejos? Pensemos nisso e não nos esqueçamos que o critério é a Encarnação do Verbo. O Verbo veio em carne: ele é Jesus Cristo, que se fez homem, se rebaixou e se humilhou por amor, para servir todos nós. Que o Apóstolo João nos conceda a graça de saber o que se passa em nosso coração e a sabedoria para discernir o que vem de Deus e o que não”.

Fonte: Rádio Vaticano

O que nos motiva a ser melhores


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Padre Fábio de Melo




Se quiser ser de Deus, terá que viver as duas vias do Senhor: ‘Amarás ao Senhor teu Deus e ao próximo como a ti mesmo’. 


O que você entende por esta palavra 'amor'? É impressionante o quanto o amor de Deus nos toca. Os poetas sempre tentaram decifrar esse sentimento, mas nunca o conseguiram. Assim como Luiz de Camões em seu célebre poema: ‘O amor é um fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer’. O amor não se poetiza. Quantas vezes o sentimos e não sabemos onde realmente dói. O amor é revelação, inauguração, tem o poder de ser novo com aquilo que estava velho. 

Jesus sabe da capacidade de olhar as coisas miúdas da vida, as que não damos valor e aquelas que ninguém havia visto antes. Colocando os pés no seguimento de Cristo, ouvimos a Palavra para olhar a vida diferente: ‘Amar a Deus sobre todas as coisas’. E o que significa amar o meu próximo? O que significa olhar para o meu irmão e saber que nele tem uma sacralidade que não posso violar? Como posso descobrir esse convite de Deus de abrir os olhos às pessoas? No dia de hoje, eu lhe proponho que acabe com os 'achismos' do amor. A primeira coisa que Deus precisa curar é o que nós achamos do amor. Pois, muitas vezes, em nome dele [amor], nós fazemos absurdos: sequestramos, matamos, fazemos guerra, criamos divisões. 

O amor nos dá uma força que nem nós mesmos sabíamos que tínhamos. É a capacidade que ele tem de nos costurar. Quantas vezes olhamos para a objetividade do outro que nos motiva a ser melhores. É o amor com suas clarezas e suas confusões... Muitas vezes, em nome do amor tratamos as pessoas como ‘coisas’. Quando Deus entra em nossa vida e entramos na vida de outras pessoas, temos de entrar como Ele: agregando valores. Caso contrário é melhor que fiquemos de fora, porque você é um território que merece respeito. 

Na passagem da sarça ardente (cf. Ex 3,2ss ) Deus se manifesta em uma árvore que pega fogo, mas não é consumida. Esse é o amor de Deus: Quanto mais nós amamos, mais somos consumimos; e se estamos esgotados é porque amamos ‘de menos’. Vamos ficando sem o vigor; mas a sarça queima sem se consumir. O fogo do amor não queima, pois é um fogo que faz outro fogo, e a experiência do amor de Deus é feita pelo amor de um para o outro. 

Quantas vezes você passou noites inteiras acordado pelo seu filho? Quanto sono perdido? Isso é por amor... Amar o outro é levar prejuízo. Você vai saber o que é o verdadeiro amor quando você se consome, mas não se esgota. Você nunca vai dizer que está cansado de amar o seu filho. Você está cansada dos problemas causados por ele, mas não de amá-lo. Quantas pessoas que procuram e estão necessitadas do amor, mas em sua busca correm atrás das micaretas e baladas? A busca do amor está aguçada. Todos estão querendo saber o que é o amor e todos estão precisando de cura. Quantas pessoas foram amadas erroneamente, trazendo as marcas de um amor estragado. 

Tenha coragem de tirar as histórias do passado que doem e que você as carrega até o dia de hoje. Nenhuma pessoa pode amar a Deus se não se ama. Nenhuma pessoa pode ter uma experiência com Deus se não for pelo amor a si própria, pelo respeito por si mesma. O amor a Deus passa o tempo todo pelo cuidado que eu tenho com a minha vida, com a minha história. Como sou capaz de amar o próximo como a mim mesmo se ainda não me amo? Faça caridade a você primeiro. Os seus amigos irão agradecer por você se amar. 

Quando o amor nos atinge, somos mais felizes. Um povo que se ama é um povo que sabe aonde vai. Eu ainda acredito no que Deus pode em mim. Volte a gostar de você!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Bem Vindo 2014 Ano-Novo


Atitudes positivas para o Ano Novo

1 - Adicione fé e esperança aos seus sonhos. Todo sonho precisa ser alimentado, caso contrário ele será apenas uma teoria.


2 – Nas encruzilhadas da vida, peça orientação ao Espírito Santo. Não queira resolver sozinho seus problemas; deixe espaço para que Deus participe de suas decisões.


3 – O diálogo é a base para uma convivência pacífica e saudável. Coloque as cartas na mesa quando algum problema surgir. Falar com respeito é melhor do que silenciar com ódio.


4– Contemple as estrelas quando estiver estressado. O brilho que elas emanam faz com que se lembre que, mesmo em meio às trevas, o amor de Deus nos acompanha e ilumina os nossos caminhos.


5 – Se cruzar com um gato preto na rua, não se assuste, é apenas um animal que nem sabe que você é supersticioso (a).


6 - Comece cada dia deste novo ano com o pé direito: acredite em você mesmo, lute por seus ideais e faça o bem sem esperar retorno.


7 – Para conquistar um amor de verdade, tome um banho de dignidade e autoestima. Seja verdadeiro (a) com seus valores e acredite que uma vida a dois é fruto de um caminho de conhecimento, diálogo e partilha.


8 – Use folhas de louro para fazer uma deliciosa feijoada para os amigos. E não se esqueça de me convidar!


9 – Use e abuse das cores amarelas. Garanto que não vai lhe trazer dinheiro, mas, com certeza, vai lembrá-lo que dinheiro não cai do céu e Deus ajuda quem cedo madruga!


10 – Nozes, avelãs, tâmaras e castanhas são ótimas para a saúde. Contudo, elas não trazem fartura, a não ser para o seu peso se forem consumidas em excesso.


11 – Para nunca faltar dinheiro, trabalhe com seriedade, não gaste com supérfluos e não faça contas maiores que o seu salário.


12 – Para ter paz não precisa usar a cor branca, basta apenas ter consciência de que a paz começa com seus gestos, palavras e atitudes.